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Posted in web at May 20th, 2008. No Comments.

Continuando a “Semana Nostalgia”…

Trabalho com desenvolvimento de software ha alguns anos, e durante esse tempo passei por algumas experiências interessantes e desastrosas. Compartilhando uma delas aqui com vocês, em 1994/95 um empresário local me contratou para criar um software aplicado a um serviço até interessante: um sistema de pesquisa de preços. Basicamente o consumidor ligaria para uma central de atendimento e consultaria o preço, por exemplo, do arroz… daí o operador no sistema mostraria onde tem o menor preço entre os supermercados da cidade, ou entre os mercadinhos do mesmo bairro, etc. É tudo no “ia” mesmo, porque não foi. O sistema foi criado mas o serviço nem chegou a funcionar (não me perguntem se eu recebi ou não o pagamento). O motivo principal de não ter dado certo, segundo soube, foi a pressão dos comerciantes locais justificando que isso prejudicaria seus negócios. Além disso o serviço era pouco prático (na época pré-internet) e para uma cidade pequena, onde em menos de 15min qualquer pessoa de qualquer bairro chega ao centro da cidade nem compensava ligar.

Ontem - enquanto estava somando preços dentro do supermercado com meu celular - me lembrei dessa história e hoje leio a notícia de que a Internet móvel ultrapassará web convencional, vejo que o iPhone lê código de barras e vários projetos pro Android seguem a mesma linha. Fico imaginando quando o consumidor comum poderá ter no celular seu próprio “sistema de pesquisa de preços”, a lista da feira com preços atualizados, já indicando onde tem os menores preços e até como chegar lá, ou ainda comparar preços, pesos e validade de produtos, ou ainda mostrar preços e promoções num determinado raio de alcance de onde estiver.

Assim como o p2p e os novos meios de distribuição de músicas, filmes etc., a tecnologia nessa direção tende a dar muito mais poder ao consumidor e mesmo os “comerciantes locais” terão que aprender a lidar com isso.

Posted in web at May 15th, 2008. 3 Comments.

(Momento nostalgia a seguir, continue por sua conta e risco.)

O ano era 1987. Criança ainda, fuçando num armário velho na casa da minha tia, encontrei isso aqui:

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Era uma revista velha - na verdade de 1984 que encontrei entregue as traças 3 anos depois - e tinha uma história supimpa do Homem de Ferro, lutando até esgotar suas energias contra esse tal de Adaptóide. A série Heróis da TV foi referência em quadrinhos na época e trazia principalmente histórias soltas e quebradas - pra variar - com os Vingadores, Surfista Prateado e aqui acolá o Conan. Era o que a gente tinha, fazer o que? Mas enfim, até hoje não sei como essa luta da história acaba (óbvio que ele não morre) mas me marcou muito e foi meu primeiro gibi de heróis. Antes, claro, só conhecia o Pato Donald, Tio Patinhas e a Turma da Mônica.

Não sei se por isso, ou por ser um herói ligado à tecnologia e ter “poderes possíveis” - nada sobrenatural, mutante ou extraterreno - me tornei um absoluto fã do Tony Stark. Com esse sentimento fui ao cinema assistir Iron Man e, poxa, que filme bacana. Sem dúvida alguma a melhor adaptação dos quadrinhos feita até hoje (isso claro até chegar o Dark Knight). A história dispensa comentários, conta como Tony Stark se tornou o Iron Man. Sobre o aspecto visual, incriveis não só os efeitos especiais como os detalhes do maquinário, circuitos, fios e tudo mais, que me lembrou muito os animês de robôs - porque os japas sim gostam de detalhismo high tech. E ainda fica aquela mensagem bacana do uso da Tecnologia para o bem da humanidade e não para as guerras.

É o filme nerd do mês.

p.s.: procurando essa capa da Heróis da TV encontrei esses dois sites aqui: Guia dos Quadrinhos (de onde tirei a imagem) e Âmago, sobre o Homem de Ferro.

Posted in web at May 13th, 2008. No Comments.

217x188_sos_banner009.jpgThe Story of Stuff é um documentário belíssimo (alias, muito triste e pesado) sobre a questão ambiental, atacando principalmente o consumo, o ciclo de produção, extração e como essas práticas estão destruindo nosso planeta.

Percebemos que de uns anos pra cá o tema “defesa do meio ambiente” é bastante discutido, em grande parte devido a persistência do GreenPeace e outras ONGs de defesa ambiental nas últimas décadas. Mas nessa nossa sociedade onde se pode tirar vantagem em tudo, esse “meio ambiente” passou a ser também um produto, comercializado aos quatro cantos, servido em discursos vazios e erguido como bandeira política. Seja como for, falamos mais do que fazemos, aliás, não fazemos quase nada ainda em relação a tudo isso que o The Story of Stuff mostra, sem meias palavras e sem a “pose” do Al Gore. Amigos, a situação é grave, muito grave.

Estou postando isso hoje porque encontrei, via LadyBug, a versão legendada desse video! Agora ninguém vai reclamar.

Assistam!

Posted in web at May 7th, 2008. 1 Comment.

Uma das coisas mais comuns de todo mundo que mora sozinho (e com pouco dinheiro) é desenvolver - meio à força - o dom da culinária. Quer dizer, “dom”, assim, entre aspas, já que pesa mais a obrigação de ter que fazer algo bom pra comer e não jogar fora depois. Mas misturar ingredientes e transformar em algo comestível não é tão simples assim se a gente pensar em dieta saudável, balanceada e criativa, ou simplesmente para impressionar os amigos.

Tá, mas quem mora sozinho precisa mesmo se preocupar com tudo isso? Tem tempo pra isso?

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Daí vem o que hoje é uma mania: sites, programas, livros, revistas e qualquer coisa sobre cozinha, comida, o “faça você mesmo”. Na verdade publicações de culinária sempre existiram, como o antigo livrão da Dona Benta, mas hoje temos um outro ponto de vista: a comida super saudável, o viver bem na correria do dia-a-dia. Surgem então caras como Jamie Oliver, Anthony Bourdain, Rocco DiSpirito, e vários outros Chefs que viraram escritores e celebridades tentando aproximar a fina culinária do povo comum, sempre passando a mensagem “você também pode fazer uma comida boa, sofisticada, e saudável em casa”. E eles provam que dá sim para preparar algo bacana, com qualidade e no curto tempo que geralmente temos disponível.

Além deles, minha principal fonte de receitas continua sendo a internet:

Eu uso os sites de receitas, como os daí de cima, muito mais como fonte de inspiração, por dois motivos: nem sempre temos os mesmos ingredientes - ou na quantidade correta - e no meu caso particular falta a técnica de preparo, como por exemplo saber o ponto certo de cozimento, entender a mistura de sabores, etc. Sabe como é, improviso nem sempre dá certo, que o diga minha quase-omelete de atum da semana passada :)

Pra completar, o óbvio: no YouTube tem zilhões de vídeos de culinária, inclusive ensinando técnicas de preparo. Por hoje passo pra vocês a dica do canal KeithShow da Harvest Eating, de produtos orgânicos, muito bom!

Sobre a compra, recomendo o planejamento. A idéia é fazer um cardápio da semana, pra ter idéia do que, quando e quanto comprar, o que dá até pra pensar também na distribuição de tipos de alimento, como frutas, verduras, carnes, e também de como vai ser o preparo. Com isso você melhora sua alimentação, economiza e não passa apuros no preparo. Sem falar que esse cardápio pode ser feito com a ajuda de um nutricionista, melhor ainda.

Update: Encontrei hoje o Blog Cai de Boca, e um post com boas dicas. Vale a visita.

Posted in web at May 6th, 2008. 4 Comments.