Um dos meus primeiros posts aqui foi sobre os lançamentos do mundo dos games para 2008. Essa lista agora está aqui:

Reasons why it’s worth to be a PCgamer

Ótimo blog com games de 2006 até os lançamentos de 2009. O problema agora é montar um computador que rode tudo isso :P

Posted in web at August 28th, 2008. No Comments.

Um post rápido pra começar a semana:

1. Fotos pra você babar - Googleplex pelo mundo afora:

2. Equações do 2º grau em Python, mais uma dica do Élcio:

3. Omelete fez um ótimo review do Spore - o jogo mais esperado dos últimos tempos (pra quem gosta de jogos de estratégia claro). Lançamento agora em Setembro e já tem até pré-venda.

Posted in web at August 25th, 2008. No Comments.

Para não deixar o blog parado nesse fim de semana, segue ae

“12 razões para não usar o Windows:

  • Possui uma estrutura de dados global compartilhada pelo Sistema Operacional e as aplicações (registry table). Isso faz com que a vida da instalação de um sistema Windows seja muito curta, em geral.
  • Memória virtual não funciona bem para aplicações de usuários. Se seu programa consumir toda a memória principal, irá parar.
  • Não possui um sistema de arquivos que restrinja naturalmente o acesso (permissões).
  • Várias aplicações não funcionam bem em modo restrito. Todos os usuários acabam tendo de virar administradores.
  • Não permite que uma aplicação instalada seja movida para outra partição, por causa da registry table. O mais fácil é ter-se uma única partição enorme.
  • Instalação de drivers é feita de forma totalmente não transparente. Se algo der errado, não há como consertar. Só voltando à última configuração estável. Problemas no driver de vídeo quase sempre “derrubam” o Windows.
  • A forma não modular do sistema é o sonho de todos os programadores de vírus, spywares, etc.
  • Uma imagem (do disco) de um Windows não pode ser instalada em um hardware diferente.
  • Uma máquina Windows ligada 24/7 na Internet, nas mãos de uma pessoa despreparada, é como uma arma carregada nas mãos de uma criança.
  • A Microsoft espiona o seu computador diariamente. WGA, em particular, é a forma mais absurda de engôdo já criada. Além disso, cada vez que se usa o media player, a Microsoft é informada do que se está assistindo.
  • Atrofia o seu cérebro. Rapidamente se fica completamente dependente, devido a uma política clara de destruição da concorrência por métodos nada recomendáveis.
  • Um Windows “pelado” não serve para nada. Para equipar um sistema Windows com software adicional, se gasta mais do que com o próprio hardware. No entanto, as pessoas estão acostumadas a achar que pirataria de software é a forma mais fácil e rápida de agregar valor ao Windows. Contudo, isso é um delito, previsto no código penal brasileiro.”

Tirando alguns itens até engraçados, concordo com vários pontos. Encontrei no LCG Dicas para Montagem de Computadores (excelente), via Cachina’s Programming Blog.

Posted in web at August 24th, 2008. No Comments.

Quero compartilhar com vocês uma grande experiência que tive quando decidi abrir a minha própria empresa e algumas reflexões sobre isso. Vou dividir o assunto em uma série de posts que tem início hoje. Nessa primeira parte vou comentar de forma geral o que é essa coisa de “monte seu próprio negócio”.

Desde sempre as pessoas, em geral, perseguem o sonho do dinheiro fácil. Quem tem blog, por exemplo, vive falando em “monetizar“, apostando que o Google Adsense vai, do nada, sustentar todo mundo que monta um blog pelo resto da vida. Há quem invista na moda do momento, a Bolsa de Valores, acreditando que vai comprar uma mansão no Morumbi em menos de um ano, mesmo que não entenda nada de mercado financeiro. Conheci pessoas que, anos atrás, caíram em uma empresa que promovia o tal “marketing em rede” e depois levantaram só pra cairem novamente em outra empresa do mesmo naipe (sem links por motivos óbvios).

Modismos a parte, até hoje nada bate o “monte seu próprio negócio“. É o top hit. Acredito que todo mundo, mesmo que por um momento, já pensou ou ainda pensa nisso. Diferente do adsense, marketing em rede e da bolsa de valores, montar seu próprio negócio pode realmente funcionar independente de quantos livros já foram escritos sobre isso. Porém, um aspecto é comum a todos e está diretamente relacionado com o sucesso ou fracasso: o Conhecimento.

Conhecer o adsense, perceber que está relacionado ao conteúdo, ter um bom conteúdo e saber que matematicamente o Google não vai te sustentar pelo resto da sua vida. Conhecer o mercado financeiro, as regras, as estatísticas e fórmulas, as tendências, as empresas, e saber que é preciso ter dinheiro para investir e os riscos envolvidos. Conhecer o marketing em rede, entender que estatísticamente você está ferrado se houver mais de uma pessoa acima de você nessa rede.

Da mesma forma, “montar seu próprio negócio” envolve antes de tudo conhecer o mercado, conhecer muito bem seu próprio produto ou serviço, conhecer a relevância disso para o mercado, conhecer o cliente, conhecer as leis e impostos, conhecer o fluxo financeiro, custos e preço de venda, entender de contratos, saber lidar com clientes, fornecedores, sócios e funcionários (tratar bem um estagiário por exemplo), acompanhar as tendências, etc etc etc. Em outras palavras: não é fácil e não é pra todo mundo. Quem busca fugir de um patrão, por exemplo, ao montar o negócio consegue de brinde dezenas deles, cada cliente, empregado e fornecedor é um patrão que vai cobrar e cobrar muito.

Um exemplo clássico - e triste - disso é o caso de vários bancários que saíram de seus respectivos bancos com uma boa grana e seguiram cegamente o sonho do negócio próprio. Não creio que exista estatísticas especificamente desse caso, mas acredito que pelo menos 75% deles se f… quer dizer, não obtiveram êxito. Desse universo, surgiram várias idéias boas sendo totalmente mal implementadas, e idéias ruins que nem todas as cartilhas do Sebrae foram suficientes para salvá-las.

E por falar em estatísticas, segundo esta matéria do Sebrae, 78% das empresas abertas no período de 2003 a 2005 continuam no mercado, bem diferente da mesma pesquisa feita com empresas abertas de 2000 a 2002 onde sobreviveram apenas 50%. De acordo com a mesma matéria, o Sebrae atribui essa significativa evolução ao Nível de Conhecimento dos empreendedores, não só buscam mais informações sobre o mundo dos negócios com também estão aumentando o nível de escolaridade. Viu só?

Claro que além do conhecimento, não podemos deixar de lado a visão de negócio - ver oportunidades em tudo - a coragem, persistência, disposição pra enfrentar desafios, lidar com problemas, criatividade, uma boa equipe e uma boa idéia. Tudo isso forma uma “postura empreendedora“. Existe aquele perfil do empreendedor nato, ou aquele que já vem de um contexto onde a educação familiar - vide Pai Rico Pai Pobre - é favorável. Mas a postura empreendedora pode ser desenvolvida sim, inclusive por necessidade, como bem lembrado pelo nosso amigo lavador de roupa suja.

Nem de longe quero jogar água fria na idéia de montar um negócio, pelo contrário, fazer tudo isso com os pés no chão, e não motivado por modismos.

É isso, no próximo post a continuação…

Posted in web at August 22nd, 2008. No Comments.

falei aqui sobre os Indie Games, agora vou mostrar mais um bom exemplo: Cortex Command.

Um jogo independente, antes de tudo, precisa seguir o caminho da originalidade, seja no design, roteiro, criatividade, jogabilidade e se possível uma boa dose de humor. Em linhas gerais me refiro a um diferencial que, de uma forma ou de outra, compense a ausência de uma super engine gráfica e toda uma estrutura por trás de jogos como WoW, Metal Gear Solid 4, GTA 4 e por aí vai.

Cortex Command inovou (e vem chamando muito a atenção) no detalhismo gráfico e na física. Praticamente todo o cenário pode ser destruído. Quando uma nave explode, por exemplo, pedaços voam e acertam outros objetos que também são destruídos pelo impacto, e os pedaços e restos de soldados e naves se mantem no cenário, como na imagem abaixo:

rocketboom.gif

Não espere novidades em relação a história, é o típico “colete recursos, compre armas e mate o inimigo”, e também não tem nenhuma engine 3D, mas a física do ambiente torna tudo mais curioso e divertido, no mínimo diferente. Desenvolvido na linguagem Lua, o jogo é rápido, roda bem na maioria das máquinas, e ainda está sendo desenvolvido. o Demo de apenas 20 MB pode ser baixado no site do Cortex Command.

Posted in web at August 22nd, 2008. No Comments.

Uma pesquisa feita com 3000 usuários do Windows Vista demonstrou que 35% deles fizeram o downgrade para o Windows XP. Esses usuários compraram PCs (em especial os notebooks) de grandes fabricantes a exemplo da Dell e HP, que costumam vender seus equipamentos já com o Windows Vista pré-instalado - prática comum da Microsoft para impor seus Sistemas. O processo de downgrade é permitido pela licença de uso da Microsoft e alguns fabricantes, como a HP, já pensam em oferecer essa opção para o consumidor.

Claro que essa pesquisa pode não representar exatamente a realidade, mas há um consenso de que o Vista, apesar de mais “bontinho” que o XP, é um grande fiasco. Foi lançado na hora errada - ou da forma errada - já que a maior parte das reclamações são por conta da baixa performance em relação ao XP (mesmo nas absurdas configurações recomendadas pela Microsoft). Há reclamações também sobre a ausência de uma real vantagem no upgrade (já que esse sistema não trouxe efetivamente nada de novo, ou nada que compense a compra da nova versão) e o tradicional baixo nível de comunicação com o usuário em sua interface - incluindo a “paranóia” por segurança - em relação a outros sistemas, como o MacOS e o próprio Linux (como o Ubuntu), que são seguros e ao mesmo tempo possuem uma comunicação bem mais amigável com o usuário.

Curiosamente, o próprio processo de downgrade é também motivo de reclamação, principalmente com os notebooks, devido a falta ou dificuldade em se conseguir os drivers de dispositivos para Windows XP, frustrando muitos usuários que tentam “se livrar” do Vista.

Apesar da Microsoft já ter praticamente tirado de linha, o Windows XP ainda vai rodar por muito tempo, e ela tem que estar pronta para dar uma resposta a esses consumidores.

via Kabytes.

Posted in web at August 20th, 2008. No Comments.

Continuando o post anterior sobre Ensino de Programação com Python, coloco aqui algumas referências para a linguagem.

Em português:

Em inglês:

e vem mais coisas pela frente…

Posted in web at August 19th, 2008. 2 Comments.

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:D

via Linux Adictos.

Posted in web at August 19th, 2008. 1 Comment.

Venho acompanhando o movimento dos Indie Games desde 2006, quando o lavador de roupa suja me falou a respeito. Indie Game, ou Independent Game, é o nome dado aqueles jogos que estão fora do “mainstream”, sem o investimento da grande indústria dos jogos. São desenvolvidos em pequenos grupos ou, em alguns casos, por caras que sozinhos cuidam da programação, arte, animação, som e tudo mais que tiver envolvido no processo de Desenvolvimento de Jogos. Uma parcela desses independentes é formada por ex-funcionários dessa indústria que resolveram tentar um negócio próprio.

Por não contarem com muitos recursos, principalmente para o marketing, a base de operações dessa galera acaba sendo unicamente a internet. Existem vários sites que divulgam - como o ótimo Jay is Games e o IndieGames.com - e outros que hospedam e oferecem um suporte maior a esses desenvolvedores independentes, a exemplo do Newsground e o ArmorGames, especializados em jogos feitos com Adobe Flash, populares na web. Tem também um Independent Game Festival, que todo ano premia os melhores jogos independentes. É praticamente uma outra camada desse mundo que a gente só costuma conhecer por meio dos “big players” como Blizzard, Eidos, Ubisoft, Rockstar e por aí vai.

alien_hominid.jpg

Vejam só o exemplo da Newsground. Começou em 1995 como um portal que hospedava animações e jogos. Em 2002 o criador do site, Tom Fulp (programador), e Synj (artista gráfico) criaram em Flash o jogo independente Alien Hominid. Foi um sucesso absoluto, tanto que em 2004, após 15 meses de trabalho, foi portado para o mundo dos consoles. Hoje é um game de peso, comercializado para quase todos os consoles, inclusive estão lançando o Alien Hominid HD pro Xbox360. Isso tudo sem falar nos produtos relacionados, como bonés, camisetas, canecas e action figures.

alien_hominid_figures.jpg

A equipe de desenvolvedores aumentou e hoje possuem a empresa The Behemoth, e lançando outro jogo que promete, o Castle Crashers.

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Mas este é apenas o primeiro de uma série sobre os Indie Games, no próximo post vou falar sobre alguns jogos que estão se destacando e como eles ganham dinheiro.

Até mais.

Posted in web at August 19th, 2008. 3 Comments.

Na prática do ensino de programação - nível básico - é muito comum por parte dos professores universitários (como também de cursos técnicos e profissionalizantes) aplicar o Portugol na etapa que trata lógica e algoritmos, e a linguagem Pascal para implementar os algoritmos estudados.

Em primeiro lugar, acredito que o ensino - seja de que for - deve buscar o máximo possível aproveitar o que o aluno já carrega, o conhecimento prévio (e existem teorias “pedagógicas” sobre isso que me escapam agora). Isso quer dizer que:

x ← 10 (atribuir o valor 10 na variável x, no portugol)

é menos intuitivo do que simplesmente

x = 10

Veja que “x = 10″ aprendemos desde cedo na escola e já está mais do que claro para o aluno seu significado, ao invés da “←”, que passa a ser algo a mais que ele vai ter que associar e aprender. Pode ser um exemplo bobo, mas o princípio é aproveitar ao máximo o que o aluno já sabe.

Além disso, um dos argumentos para o uso do Portugol é - como o nome já diz - ser em português. Mas na verdade, nada impede o aluno de aprender a programar já com palavras em inglês, não é tão absurdo assim no início e é um treino, já que ele vai lidar com isso de qualquer forma. Outro aspecto é que o Portugol apenas “traduz” a linguagem Pascal, e por isso carrega ainda o peso das palavras e regras dessa linguagem, peso esse que, a meu ver, torna o processo de aprendizado mais complicado ainda. Coisas como “inicio-fim” ou “begin-end”, sinal de “;” no final das linhas, etc.

Aqui entra a linguagem Python. Escolhi e estou usando o Python no ensino de programação inicialmente pelos motivos a seguir (nessa ordem):

  1. A própria linguagem: fácil, enxuta, intuitiva e com regras simples.
  2. Ambiente interativo (idle ou shell) onde facilmente o aluno pode testar instruções separadamente sem precisar escrever um programa complexo e salvar em arquivo, como também não precisa compilar, já que Python é uma linguagem interpretada.
  3. Software Livre!
  4. Multiplataforma, se o aluno quiser usar o Linux, sem problema, inclusive é nativa em muitas distribuições, como o Ubuntu.
  5. É uma linguagem “útil”, não algo que ele vai aprender só nessa fase e esquecer, ele tem sim uma opção de produzir algo real, visto que com Python dá pra fazer aplicativos web e desktop, jogos etc.
  6. Muito material na Internet e uma comunidade bastante ativa. (e olha que nem falei que o Google usa! :P)

Esses motivos foram os suficientes para “fazer uma experiência”. Na prática, essa experiência de usar Python é muito melhor, muito mais satisfatória.

Primeiro que o Python está sendo aplicado no estudo do algoritmo e ao mesmo tempo na sua implementação, pulando a etapa de fazer algo em portugol e depois digitar em pascal. Com o IDLE aberto durante a aula toda, eles podem fazer testes, operações matemáticas simples, verificar o comportamento das variáveis, realizar operações lógicas em “tempo real”, e por aí vai. Exemplo:

idle_python.gif

O conjunto [ Linguagem Python + Ambiente Interativo ] torna a aula muito mais produtiva. Os alunos podem também fazer comentários sobre os códigos que estão testando (já um treino para a documentação) e ao final da aula podem salvar tudo que fizeram para estudar depois.

Esse post é o primeiro de uma série em que pretendo relatar mais sobre o uso do Python, postar exemplos de código e exercícios. Já no próximo colocarei uma série de referências sobre a linguagem para quem está começando.

Qualquer dúvida, sugestão ou crítica, já sabem, é só comentar! :)

Posted in web at August 15th, 2008. 3 Comments.