217x188_sos_banner009.jpgThe Story of Stuff é um documentário belíssimo (alias, muito triste e pesado) sobre a questão ambiental, atacando principalmente o consumo, o ciclo de produção, extração e como essas práticas estão destruindo nosso planeta.

Percebemos que de uns anos pra cá o tema “defesa do meio ambiente” é bastante discutido, em grande parte devido a persistência do GreenPeace e outras ONGs de defesa ambiental nas últimas décadas. Mas nessa nossa sociedade onde se pode tirar vantagem em tudo, esse “meio ambiente” passou a ser também um produto, comercializado aos quatro cantos, servido em discursos vazios e erguido como bandeira política. Seja como for, falamos mais do que fazemos, aliás, não fazemos quase nada ainda em relação a tudo isso que o The Story of Stuff mostra, sem meias palavras e sem a “pose” do Al Gore. Amigos, a situação é grave, muito grave.

Estou postando isso hoje porque encontrei, via LadyBug, a versão legendada desse video! Agora ninguém vai reclamar.

Assistam!

Posted in web at May 7th, 2008. 1 Comment.

Uma das coisas mais comuns de todo mundo que mora sozinho (e com pouco dinheiro) é desenvolver - meio à força - o dom da culinária. Quer dizer, “dom”, assim, entre aspas, já que pesa mais a obrigação de ter que fazer algo bom pra comer e não jogar fora depois. Mas misturar ingredientes e transformar em algo comestível não é tão simples assim se a gente pensar em dieta saudável, balanceada e criativa, ou simplesmente para impressionar os amigos.

Tá, mas quem mora sozinho precisa mesmo se preocupar com tudo isso? Tem tempo pra isso?

dona-benta.jpg

Daí vem o que hoje é uma mania: sites, programas, livros, revistas e qualquer coisa sobre cozinha, comida, o “faça você mesmo”. Na verdade publicações de culinária sempre existiram, como o antigo livrão da Dona Benta, mas hoje temos um outro ponto de vista: a comida super saudável, o viver bem na correria do dia-a-dia. Surgem então caras como Jamie Oliver, Anthony Bourdain, Rocco DiSpirito, e vários outros Chefs que viraram escritores e celebridades tentando aproximar a fina culinária do povo comum, sempre passando a mensagem “você também pode fazer uma comida boa, sofisticada, e saudável em casa”. E eles provam que dá sim para preparar algo bacana, com qualidade e no curto tempo que geralmente temos disponível.

Além deles, minha principal fonte de receitas continua sendo a internet:

Eu uso os sites de receitas, como os daí de cima, muito mais como fonte de inspiração, por dois motivos: nem sempre temos os mesmos ingredientes - ou na quantidade correta - e no meu caso particular falta a técnica de preparo, como por exemplo saber o ponto certo de cozimento, entender a mistura de sabores, etc. Sabe como é, improviso nem sempre dá certo, que o diga minha quase-omelete de atum da semana passada :)

Pra completar, o óbvio: no YouTube tem zilhões de vídeos de culinária, inclusive ensinando técnicas de preparo. Por hoje passo pra vocês a dica do canal KeithShow da Harvest Eating, de produtos orgânicos, muito bom!

Sobre a compra, recomendo o planejamento. A idéia é fazer um cardápio da semana, pra ter idéia do que, quando e quanto comprar, o que dá até pra pensar também na distribuição de tipos de alimento, como frutas, verduras, carnes, e também de como vai ser o preparo. Com isso você melhora sua alimentação, economiza e não passa apuros no preparo. Sem falar que esse cardápio pode ser feito com a ajuda de um nutricionista, melhor ainda.

Update: Encontrei hoje o Blog Cai de Boca, e um post com boas dicas. Vale a visita.

Posted in web at May 6th, 2008. 4 Comments.

Imaginem um laboratório de informática com 15 computadores, usado os 3 turnos por várias pessoas, Deve ser um tormento ter que “reinstalar” o SO em todas elas, instalar aplicativos, praticamente uma vez por mês, né?

Não é novidade o fato de que é possível criar uma “imagem” do disco/partição, ou seja, uma cópia exata de toda a partição em uso (com SO, aplicativos e tudo mais) de forma que ela possa ser restaurada a qualquer momento sem a necessidade de realmente instalar tudo e ter que passar por todo o processo de pegar CDs, chaves, baixar updates da internet, etc. A questão aqui é qual programa utilizar pra fazer isso. Após testar uns 5 programas, incluindo o famoso Partition Magic, além das soluções do linux, encontrei o programa que salvou o dia: DriveImage XML. O DriveImage XML é pequeno, rápido e free.

Pra não perder tempo fazendo um tutorial, capturar tela, etc, já tá de bom tamanho esse daqui do LifeHacker, em inglês.

Só uma dica: o DriveImage XML apenas cria e restaura uma imagem, não cria disco de boot. Se você quiser criar um CD/DVD de boot com a imagem criada pelo DriveImage XML vai precisar de outro programa, o BartPE. O BartPE cria um disco de boot do Windows, e nesse disco você pode incluir o programa DriveImageXML e a imagem criada. A inclusão do DriveImage XML no disco de boot criado pelo BartPE é feita através de um plugin disponível na página do BartPE. O roteiro que usei resumidamente foi esse:

  1. baixei e instalei o DriveImage XML e o BartPE, óbvio, e baixei também na página do BartPE o plugin do DriveImage XML
  2. rodei o DriveImage XML e fiz o backup conforme o tutorial (fácil demais). O detalhe é que você deve dividir a imagem em vários arquivos, e não em um só, como se você fosse copiar para vários CDs, mesmo que você queira usar um DVD pra isso (para o caso do próprio BartPE queimar o disco)
  3. rodei o BartPE, adicionei o plugin do DriveImage, e disse o diretório onde estava a imagem gravada e os arquivos do CD original do Windows (é, ele precisa dos arquivos do Windows para montar o CD/DVD de boot). Depois mandei ele gravar o disco.

O processo todo durou 30min, 13min para o DriveImage criar a imagem, e 17min para o BartPE queimar o DVD.

Vale a pena, solução super simples. Quem tiver dúvida, dica ou uma solução de imagem melhor, fique à vontade nos comentários! :)

Posted in web at April 17th, 2008. 2 Comments.

Reencontrei essa semana uma ferramenta que há tempos estava procurando, o Can you run it?, um mecanismo online que verifica se o seu computador pode rodar alguns jogos. Basicamente você escolhe o jogo, ele baixa um módulo pra sua máquina (sem medo, é ok) e ele analisa e dá o resultado. Vejam um exemplo:

fail.jpg

Considerando a máquina que eu tenho hoje, nesse exemplo ele foi pra mim mais um Detector de Pobreza. :)

Posted in web at April 17th, 2008. No Comments.

É mais do que batida a discussão sobre monetização, ou viver de blog, ter o blog como profissão, full time. Alguns poucos conseguem, muitos acham que já conseguiram e uma arrasadora maioria sonha com isso.

Não vou nem debater muito esse tema porque o li algo no Coding Horror - na minha opinião o melhor blog sobre programação da atualidade - que em um único parágrafo diz muito bem o que penso a respeito:

But I refuse to become a full-time blogger. I think that’s a cop-out. If I look at the people I respect most in the industry, the people I view as role models– Paul Graham, Joel Spolsky, Steve Yegge, Eric Sink, Rich Skrenta, Marc Andreesen, Wil Shipley, Douglas Crockford, Scott Guthrie — they all have one thing in common. They’re not just excellent writers and communicators. They build stuff, too. The world has enough vapid commentary blogs. I want to build stuff– and talk about it.

Lendo esse post (além do seu novo projeto que ainda vou comentar aqui) imaginei que ele está absolutamente certo sobre isso. Os blogs que mais acompanho e gosto (na caixinha aí do lado) são de pessoas que “fazem coisas” também, e não apenas vivem de comentar, falar sobre seus próprios comentários e como ganhar dinheiro com isso, como é comum aqui na blogsfera brasileira. E essa coisa de viver de blog tem ainda um lado que o Alexandre Maron comentou muito bem aqui.

Nessa, os blogs vão pouco a pouco até ganhando espaço, mas perdendo moral pra velha mídia.

Posted in web at April 17th, 2008. No Comments.

No começo tudo era maravilhoso… Internet - a última fronteira da liberdade, espaço colaborativo, união global, informação sem limites, projetos envolvendo gente do mundo todo, etc, etc, etc.

2b15230c5b8fcf5a6e8e5417974200a1.jpg

Mas parece que o mundo real, o mundo das pessoas comuns (ora conservadoras, ora desnorteadas), governos manipuladores, legisladores ignorantes e as grandes (e antigas) corporações não suportam a Internet. Está se tornando frequente as notícias sobre processos, ameaças, sites e blogs fora do ar (Youtube, Orkut e agora até o Wordpress), jogos proibidos, o TSE e a polêmica da propaganda eleitoral, censura… não gosto nada do rumo das coisas, e nosso Brasil mais e mais com cara de China.

Será que não entenderam ainda (ou não querem entender) o que é a Internet?

Posted in web at April 10th, 2008. 2 Comments.

Esse eu tinha que postar  :)

tirinha_calvin_haroldo.jpg

(clique para ampliar)

Posted in web at April 10th, 2008. 1 Comment.
Posted in web at April 8th, 2008. No Comments.

Gosta de jogos? quer saber os destaques de 2008/2009? então toma:

Reasons why it’s worth to be a PCgamer in 2008

Vale a pena ver também a lista de 2007

Posted in web at April 6th, 2008. No Comments.

1) Nas minhas aulas, nos cursos básicos de informática, quando falo em software, tipos de software etc., sempre percebo a “surpresa” dos alunos ao descobrirem que o [windows/office/corel] que tem nos seus computadores são programas piratas, ou seja, eles deveriam ter pago por eles, mas não pagaram. A maioria tem a idéia - natural e intuitiva - de que os programas “já vem” no computador. Se pagaram pelo computador, é certo que este tenha programas.

2) As grandes redes de varejo estão agora vendendo desktops e até notebooks com o Linux, claramente uma tentativa de conseguir preços menores. Mas o cliente, ao sair de uma loja dessas pode - por 30 reais ou menos - “apagar a porcaria” que vem no computador e colocar o Windows, orientação dada geralmente pelo próprio vendedor.

Nos dois casos percebo o desconhecimento. Especificamente com os meus alunos, alguns perguntam onde e como comprar o Windows original - e até o fazem - mas a maioria mesmo busca uma alternativa livre, uma postura que contraria o senso comum do “todo mundo usa sem pagar, por que não posso?” (jeitinho brasileiro sempre presente, é claro!).

O que importa saber, mesmo pra quem é novato na informática, é sobre a qualidade, usabilidade e interoperabilidade do software.

A questão aqui é: nem sempre há intencionalidade, ou má fé, em usar software pirata, e definitivamente o consumidor não é um criminoso. O que existe geralmente é uma prática que é replicada, se tornando comum, sem a informação completa.

No caso das lojas, sinceramente, se elas passassem a adotar o Kurumin ou Ubuntu - sistemas excelentes - e não o seja-lá-o-que-for (pra não dizer coisa pior) que elas instalam nos computadores, os usuários poderiam ter a chance real de usar um sistema mais amigável - e poderiam economizar 30 reais. :)

Alguma contribuição? comentário? crítica? bora pessoal!!!

Posted in web at March 28th, 2008. 1 Comment.