Recebi hoje duas ligações, de um banco e uma editora, que me ofereceram produtos e serviços quaisquer. Além do incômodo de ser pior que um spam, e extremamente irritante ouvir os robôs do telemarketing e o maldito “vamos estar te oferecendo..”, uma coisa que me deixa muito desconfiado é como diabos eles sabem meu nome, telefone e cpf? Sim, empresas com as quais eu nunca tive nenhum tipo de negócio possuem dados sobre mim, dados pessoais que, até onde eu sei, são sigilosos ou no máximo diponíveis apenas para aquelas empresas que eu autorizei e cedi tais informações.

Parece bobagem,  mas é um assunto muito sério, e não vejo nenhum político, promotor, ou quem quer que seja preocupado com isso. Inclusive um certo banco que supostamente financia um certo senador vive me ligando. Mas deixando as conspirações de lado, há algum tempo venho tentando rastrear esses dados. Uma das medidas simples que adotei foi a de inserir um caractere ou uma palavra diferente (que não impeça - no caso de uma compra - do produto chegar) em cada cadastro que faço na Internet. Se você receber uma carta, ou uma ligação de alguma empresa com a qual você nunca teve contato, e tiver esse caractere ou palavra, bingo, você saberá de onde saiu.

É sempre bom também verificar os termos do site/empresa e o que eles dizem sobre privacidade das informações. Não sou especialista nisso mas creio que seja possível acionar uma empresa judicialmente caso seja comprovado que a empresa vazou informação que ela se comprometeu a guardar com toda segurança.

Já contei aqui o caso que aconteceu com minha mãe, aposentada, que no momento em que abriu uma conta no Bradesco para receber sua aposentadoria “repentinamente”, “do nada”, ela passou a receber quase que diariamente ligações de vários outros bancos, empresas, financeiras, oferecendo seus serviços. Estranho não?

Bom, fica aqui o alerta e o desabafo. Grande Abraço.

Posted in web at August 12th, 2008. 1 Comment.

Uma das maiores dificuldades - senão a maior - de quem lida com vários projetos e atividades é estabelecer adequadamente quais são as prioridades. No site Agile Software Development tem um artigo interessante sobre isso. Basicamente o autor propõe o uso de uma matriz “Dificuldade x Importância” realmente simples para análise:

prioritisation.jpg

No gráfico acima temos o eixo x representando a Dificuldade (aspectos negativos como risco, esforço, custo, complexidade, tempo etc.) e o eixo y representando a Importância (retorno, risco caso não seja feito etc.). A partir daí posicionamos os projetos dentro desses parâmetros.

Os dois extremos (bloco superior-esquerdo e bloco inferior-direito) definem, respectivamente, o que deve ter maior e menor prioridade. Alta prioridade significa ser mais importante e ao mesmo tempo com um índice de dificuldade menor, ou seja, menor custo, ou menor complexidade, ou que pode ser feito em um menor tempo. Baixa prioridade significa ser menos importante (baixo retorno ou risco de não ser feito pequeno ou inexistente) e ao mesmo tempo um índice de dificuldade maior.

Os outros dois blocos (inferior-esquerdo e superior-direito) definem projetos que precisam ser reavaliados. No caso do primeiro bloco, por ser de baixa dificuldade mas também de pouca importância, pode ser reconsiderado. No segundo bloco, que representa alta importância e também alta dificuldade, pode ser dedicado algum esforço no sentido da simplificação, ou seja, redução do grau de dificuldade (via pesquisa de novas soluções) ou quebrado em projetos menores.

Vale a leitura do artigo completo.

Posted in web at August 7th, 2008. 2 Comments.

É isso ae, a Lavanderia do Hertz está disponibilizando um curso completo de Adobe Flash - nível iniciante - no formato PDF, totalmente free.

Excelente iniciativa do Eugenio.

Posted in web at August 1st, 2008. 1 Comment.

Excelente artigo da Business Pundit que conta um pouco da história de 25 pessoas que conseguiram erguer impérios começando praticamente do zero. Entre eles, claro, Henry Ford, Steve Jobs, Bill Gates, Sergey Brin e Larry Page (Google). Vale a leitura.

Via Kabytes.

Posted in web at July 27th, 2008. No Comments.

Já comentei aqui sobre editores de código. Até alguns dias atrás estava usando o InType, excelente editor, super leve e funcional, o melhor candidato para “clone” do Textmate no ambiente Windows. Inclusive o apresentei para meus alunos, e todos gostaram muito. Coloco aqui 3 vantagens do InType: rápido e enxuto, ajuda pra caramba a digitação de código e muito flexível, dando suporte para dezenas de linguagens. Ainda está na versão alfa, e continuo acompanhando de perto o desenvolvimento.

Agora convenhamos, para grandes projetos nao basta apenas uma ferramenta de ajuda na digitação, é preciso mais, muito mais. Recentemente, estudando Java, conheci o NetBeans, e em pouco tempo já me perguntei “será que tem um desses pra PHP?”… e tem!

NetBeans 6.5 Milestone tem full suporte pra PHP (e XHTML/CSS), download de apenas 15 megas e tem um monte de funcionalidades bacanas além de toda a infra para gerenciar projetos, acesso a sistemas de controle de versão, etc. Ainda tem alguns bugs, mas pra mim o que tá atrapalhando um pouco é quanto ele consome de recursos da maquina, muito, muito pesado. Considerando o que ele já me proporcionou em produtividade e organização, esse “peso” dele é tolerável.

Grande surpresa esse NetBeans pra PHP, recomendo!

Posted in web at July 21st, 2008. 2 Comments.

O dilema é o mesmo: até que ponto mecanismos de monitoramento e controle ultrapassam os princípios básicos de liberdade, os direitos e a privacidade? Até que ponto interesses de empresas, representadas por políticos - que deveriam representar o povo - e usando a bandeira da “segurança”,  oprimem  e limitam o uso dos recursos tecnológicos, ignorando o benefício coletivo? Até que ponto o “medo” imposto a sociedade faz com que todos abram mão dos seus direitos? Até quando congresso, senado, governos e justiça, completamente ignorantes e perdidos no meio digital, continuarão atrapalhando qualquer avanço tecnológico e chamando o cidadão comum de “criminoso” e “pessoa de má fé”?

Eu mesmo disse um dia “pelo menos não estamos em Cuba ou Venezuela”, mas aqui a coisa não vai muito bem quando representantes despreparados, sem qualquer noção de tecnologia, sem nenhuma visão social ou do desenvolvimento de uma nação, e ainda de rabo-preso com corporações, decide assuntos dessa importância, como a questão dos crimes digitais.

Alguns textos sobre o assunto:

Manifesto em defesa da liberdade e do progresso do conhecimento na Internet brasileira

Ponderando crimes digitais

Petição OnLine contra o projeto do Azeredo

Update (10/7): Petição online com mais de 11 mil assinaturas, mas a PALHAÇADA segue firme.

Update (15/7): Petição online agora com mais de 52 mil assinaturas, e via Terramel uma SUPER PALHAÇADA do Senado: banner por 48 mil reais/mês.

Posted in web at July 8th, 2008. 1 Comment.

É muito bom ver artistas que, apesar dos seus contratos com grandes gravadoras, entendem bem essa revolução tecnológica pela qual estamos vivendo, o compartilhamento de arquivos e o que tudo isso tem a ver com os negócios.

Parabéns Joss!

Posted in web at June 28th, 2008. No Comments.

…e também a pen drives, card drives, camisetas geeks, livros e mais! O BR-Linux e o Efetividade lançaram uma campanha para ajudar a Wikimedia Foundation e outros mantenedores de projetos que usamos no dia-a-dia on-line. Se você puder doar diretamente, ou contribuir de outra forma, são sempre melhores opções. Mas se não puder, veja as regras da promoção e participe - quanto mais divulgação, maior será a doação do BR-Linux e do Efetividade, e você ainda concorre a diversos brindes!

É isso ae pessoal, participem! :D

Posted in web at June 24th, 2008. No Comments.

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Posted in web at May 20th, 2008. No Comments.

Continuando a “Semana Nostalgia”…

Trabalho com desenvolvimento de software ha alguns anos, e durante esse tempo passei por algumas experiências interessantes e desastrosas. Compartilhando uma delas aqui com vocês, em 1994/95 um empresário local me contratou para criar um software aplicado a um serviço até interessante: um sistema de pesquisa de preços. Basicamente o consumidor ligaria para uma central de atendimento e consultaria o preço, por exemplo, do arroz… daí o operador no sistema mostraria onde tem o menor preço entre os supermercados da cidade, ou entre os mercadinhos do mesmo bairro, etc. É tudo no “ia” mesmo, porque não foi. O sistema foi criado mas o serviço nem chegou a funcionar (não me perguntem se eu recebi ou não o pagamento). O motivo principal de não ter dado certo, segundo soube, foi a pressão dos comerciantes locais justificando que isso prejudicaria seus negócios. Além disso o serviço era pouco prático (na época pré-internet) e para uma cidade pequena, onde em menos de 15min qualquer pessoa de qualquer bairro chega ao centro da cidade nem compensava ligar.

Ontem - enquanto estava somando preços dentro do supermercado com meu celular - me lembrei dessa história e hoje leio a notícia de que a Internet móvel ultrapassará web convencional, vejo que o iPhone lê código de barras e vários projetos pro Android seguem a mesma linha. Fico imaginando quando o consumidor comum poderá ter no celular seu próprio “sistema de pesquisa de preços”, a lista da feira com preços atualizados, já indicando onde tem os menores preços e até como chegar lá, ou ainda comparar preços, pesos e validade de produtos, ou ainda mostrar preços e promoções num determinado raio de alcance de onde estiver.

Assim como o p2p e os novos meios de distribuição de músicas, filmes etc., a tecnologia nessa direção tende a dar muito mais poder ao consumidor e mesmo os “comerciantes locais” terão que aprender a lidar com isso.

Posted in web at May 15th, 2008. 3 Comments.