Esse post do Smashing Magazine foi mesmo matador: 12 Principles For Keeping Your Code Clean. Dicas simples e super importantes para um código melhor.
Obrigatório principalmente pra quem tá começando no desenvolvimento web.
Esse post do Smashing Magazine foi mesmo matador: 12 Principles For Keeping Your Code Clean. Dicas simples e super importantes para um código melhor.
Obrigatório principalmente pra quem tá começando no desenvolvimento web.
Vai aqui uma dica excelente: CURSO DE PYTHON oferecido pelo InFog. Grande iniciativa! Tá aqui mais uma boa oportunidade pra aprender A linguagem de programação :P
Enquanto não volto a escrever alguma coisa mais séria, fica aqui a dica de 2 sites com toneladas de wallpapers no tamanho widescreen (1280×800 ou maiores) para seu notebook. Difícil vai ser escolher um.
:)
Recentemente adquiri um notebook Compaq Presario C770BR (série C700), com o Windows Vista Home Basic instalado. Como meu trabalho envolve basicamente ensino e desenvolvimento de software (com ênfase nas aplicações web), o ambiente mais produtivo e amigável pra mim não é o Windows, e sim o Linux, especificamente o Ubuntu. Por isso, não pensei duas vezes em instalar o Ubuntu como sistema principal do notebook, mantendo o Vista apenas para alguma eventualidade como, por exemplo, contato com o suporte técnico.
A instalação do Ubuntu (versão 8.04 “Hardy Heron”) foi absurdamente simples e me consumiu no máximo 20 minutos. Não tive problemas em, a partir do instalador do Ubuntu, reparticionar o disco rígido, inclusive apagar a tradicional partição de recovery que vem nos notebooks. Após o processo de instalação percebi que já ficou funcionando praticamente tudo, exceto o Wifi e o controle de brilho da tela via teclado (Fn+F7 e Fn+F8). O problema do wifi é, de certa forma, compreensível em se tratando de um driver proprietário, mas o controle de brilho sinceramente não entendi já que existe solução via script (ou “no braço”) para mudar o brilho e todas as demais teclas de função (Fn) do notebook funcionaram normalmente.
Tirando esse detalhe, o sistema funciona perfeitamente bem. Conectei a internet (banda larga) e baixei tudo que eu preciso via Synaptic. Em pouco tempo já estava com meu ambiente de trabalho ok.
O problema do Wifi resolvi seguindo esses posts do ótimo blog do Gerry Ilagan:
Curiosamente o botão do próprio notebook para ligar e desligar o wifi continua não funcionando, como também o led indicativo fica sempre “vermelho”, como se estivesse desligado. Mesmo assim, o wifi funciona.
No caso do brilho, via Terminal fiz isso:
sudo -s echo -n 50 > /proc/acpi/video/OVGA/DD03/brightness
Funcionou, reduziu em 50% o brilho, que pra mim é o ideal. Só não sei ainda como associar as teclas de Fn a um script que faça isso. Quem souber, por favor me diga! :P
Partindo pro visual, segui algumas dicas desse site que ensina como deixar o Ubuntu com a “cara” do MacOS Leopard. Ok, é bobagem, mas não deixa de ser engraçado mexer com essas coisas :D
Não deixei exatamente igual ao Mac, ficou no meio termo. Olhem só como está agora meu desktop:
Partindo para as ferramentas de trabalho, estava preocupado no que fazer sem o InType, que sem dúvida alguma é o melhor editor de código para Windows, a la Textmate. Mas a preocupação durou pouco. Após testar sem sucesso o Screem, Quanta Plus e o Scite, vi que o editor padrão do Gnome, o GEdit, já serve muitíssimo bem, com até mais features do que o InType. Basicamente peguei uma série de dicas desses sites:
Pra quem quiser se aventurar no Ubuntu, além da documentação oficial e do recém lançado manual em português (no formato PDF) recomendo muito o blog Dicas e Truques para Ubuntu.
É isso!
Continuando a série sobre os Indie Games (veja a parte 1 e a parte 2), vou falar hoje sobre o flOw, mais um ótimo exemplo do poder dos jogos independentes.
Para quem gosta de jogos e acompanha o que surge na rede, não tenho dúvidas de que já tenha ouvido falar de flOw (mais na Wikipédia):


Comentei anteriormente que um jogo indie, por não dispor de muitos recursos, tem que se valer da criatividade, e isso pode ser melhor traduzido como ter elementos inovadores para os padrões, quebrar paradigmas (seja na história, roteiro, engine gráfica, música, arte), apresentar idéias simples a partir de outros pontos de vista e, acima de tudo, explorar as sensações, os sentimentos e a inteligência do jogador.
Boa parte desses aspectos podemos encontrar em flOw, um jogo simples, criativo, tranquilo (relaxante até) com jogabilidade intuitiva e um aspecto inovador: não possui níveis pré-definidos de dificuldade (fácil, médio ou impossível), mas sim consegue se adaptar as respostas do jogador, apresentando uma dificuldade compatível. Foi o resultado do DDA (dynamic difficulty adjustment), parte de uma pesquisa acadêmica do chinês Jenova Chan, criador do flOw. Explicar o jogo é fácil: nele o jogador assume o papel de um worm aquático que, seguindo a movimentação do mouse, se alimenta de microorganismos para se desenvolver, eventualmente brigando com outros seres. Simples né?
Jenova Chan, game designer, decidiu seguir a linha dos jogos mais tranquilos (ou não-violentos) e seu primeiro jogo - Cloud - no qual uma criança voa e brinca com as nuvens, foi um grande sucesso.


flOw, seu segundo projeto - inicialmente desenvolvido em Flash e disponibilizado de graça - rapidamente se espalhou pela web, e todo o cuidado, qualidade, simplicidade e inovação rendeu críticas positivas, elogios, prêmios e ainda chamou a atenção da Sony, com a qual firmou contrato para o desenvolvimento de uma versão para PS3, seguindo portanto o caminho dos consoles, a exemplo do Alien Hominid.


Atualmente Jenova Chan possui sua própria “Game House” - a ThatGameCompany - e está produzindo seu terceiro game, também para o PS3, o Flowers.

Vale a leitura das entrevista do Chan AQUI e AQUI.
No próximo post da série vou falar sobre os modelos de negócios para jogos independentes.
Até! :)
São antigos, mas vale o registro:
50 coisas que todo mundo deveria saber fazer:
Computação Soberana:
7 “dicas” do Bruce Lee para sua vidinha:
Maddog.. ops! Mark Shuttleworth do ano 2040 viaja no tempo para dar uma palestra:
Trilha de Livros para Desenvolvedores:
Mozilla Ubiquity:
Falta de visão das faculdades é o que afeta o brasileiro:
Fapesp lança sistema de colaboração em pesquisa via internet:
:D
Na primeira parte dessa série comentei sobre o que envolve montar um negócio. Agora chegou o momento de compartilhar algumas lições aprendidas com base em uma experiência real: uma empresa que tive há alguns anos atrás, na época ainda da “web 1.0″. Colocarei aqui o assunto da forma como vejo, os fatores que - para o meu negócio - foram decisivos:
#1 - Definição do negócio e conhecimento do mercado: Saber quem vai consumir seus produtos ou serviços e saber se seus produtos ou serviços atendem as necessidades e os desejos desses consumidores. É uma idéia batida, mas garanta que isso seja atendido, mantenha esse foco. A preocupação com concorrência é válida, mas a existência de outras empresas que oferecem o mesmo não indica que deve desistir ou mudar de ramo, o que importa aqui é a relação “o que ofereço” e “quem paga por isso”. Por mais concorrentes que existam em um cenário pode acreditar que sempre tem espaço para algo a mais, algo diferente, algo inovador, ou no mínimo algo que foi deixado de lado e que faria a cabeça de novos clientes. Conhecer o cenário indica também conhecer seus possíveis parceiros (pessoas ou empresas que podem indicar seu produto ou trabalhar junto, como fornecedores e outros profissionais), saber como a informação circula e o que melhor atinge seus consumidores (por exemplo saber se existem eventos onde possíveis clientes se reunem, como feiras e congressos). Ao definir um negócio, não tenha medo de ousar. Se for serviço, não tenha medo de, por exemplo, ser especialista em uma coisa só (e de alto valor no mercado) ao invés de pegar tudo que aparece. Conheço muita gente que trabalha com manutenção de computadores, todos lidando o dia inteiro, todo dia, com os mesmos problemas, ganhando várias pequenas parcelas de dinheiro. Nenhum deles foi mais fundo, nenhum deles é, por exemplo, especialista em notebook. Ser especialista em notebook é uma boa? Tem mais valor no mercado? Com certeza!
#2 - Regras do Jogo: Tudo aquilo que é necessário saber para montar e manter uma empresa nesse país, ou seja, as leis, impostos, regras de contrato, contabilidade, etc. Em primeiro lugar ter um Contador (ou Escritório de Contabilidade especializado) é muito importante, só que mais importante ainda é entender como tudo funciona antes de contratar um. Isso significa, por exemplo, entender o que é Imposto de Renda e quais as obrigações junto ao INSS, Prefeitura e Receita Federal. Na contratação de um Contador ou Escritório de Contabilidade por favor seja cauteloso, investigue, saiba para quais outras empresas eles trabalham, verifique a estrutura do escritório, cheque as referências. Acredite quando eu digo, tudo isso é MUITO SÉRIO. Da mesma forma como qualquer serviço, não escolha o que cobre menos, vá pelo que faz melhor, até porque é a sua empresa que vai estar “nas mãos dele”. Um erro, uma data esquecida, representa multas e uma bola de neve de problemas. Uma recomendação a mais: não abra mão da ajuda de um advogado, pode ser alguém conhecido ou algum profissional especializado, principalmente em questões trabalhistas e Defesa do Consumidor, que possa dar uma consultoria. No caso do seu serviço envolver contratos, licença de softwares, a ajuda de um advogado é obrigatória, mas um que entenda disso. Por exemplo, pouquíssimos profissionais dessa área tem noção do que seja a GPL ou o Creative Commons.
#3 - Plano de Negócios: Não precisa ser rigoroso - a não ser que esteja em busca de empréstimo ou investimento de terceiros. Basicamente você precisa colocar no papel tudo sobre o seu negócio da forma mais prática, objetiva e realista possível, principalmente a parte financeira. É saber de antemão e especificar quais os produtos e serviços, os custos e os ganhos, incluindo os impostos e todas as Regras do Jogo. Mais ainda, faça o exercício de tentar descrever o que você mesmo se propõe a fazer, comercializar e ganhar como se tivesse que convencer um investidor. Nessas horas muitas verdades vem à tona, acredite! Um erro comum em vários planos é superestimar os ganhos. Por exemplo: “ah, tem 300 empresas na região, cada uma pagando mensalmente 50 reais… vou ter 15 mil por mês!!!”, ok, o cálculo está correto, mas será que existem mesmo essas 300 empresas? Será que todas elas estão dispostas a pagar esse valor? Será que pelo menos 10% delas se interessam pelo seu serviço?
#4 - Tempo e Organização: Esse ponto é um dos mais complexos porque trata do dia-a-dia, da forma como os trabalhos são organizados e desenvolvidos. A primeira idéia aqui é sobre como encarar o negócio. Muitos já tem seus empregos, outras atividades e se aventuram também com uma empresa. Para essas pessoas, essa empresa nunca vai deixar de ser um “bico”. Um negócio requer, antes de tudo, dedicação, requer tempo. Não pense que dá pra tocar um negócio trabalhando 4 horas por dia (atendendo clientes, gerenciando pessoas) quando a prioridade é o outro emprego que dá aquele “sustento” fixo todo mês. Pra quem é freelancer (pega um serviço ou outro de forma irregular) até pode ser aceitável, mas uma empresa de verdade, com mais de uma pessoa além de você, com impostos a pagar e tudo mais? Sem chance. A segunda idéia é a da organização: utilize algum sistema de organização das tarefas, um gerenciador de Projetos. Não precisa ser um MS Project, até porque existem várias alternativas online, mas utilize um, qualquer um que você possa acompanhar, a qualquer momento, o andamento dos projetos, e que você possa classificar e filtrar por cliente, por tipo de projeto, por pessoal envolvido, etc. Mais ainda, esse aspecto de organização tem que atingir o cliente também, para que ele acompanhe o projeto, participe. Sem um mínimo de organização é impossível fazer, por exemplo, um contrato que pelo menos se aproxime de ser cumprido.
#5 - Equipe e Sintonia: Todos na sua equipe tem que, além de saber trabalhar bem, estar em sintonia com o propósito da empresa, os objetivos, a forma de agir, a filosofia do negócio, falar a mesma língua. Não importa se são amigos, parentes, tem que estar sintonizados. Muitas vezes na ansiedade e até medo inicial de montar um negócio há uma tendência de chamar alguém “de confiança”, aquelas pessoas mais próximas. Nada de errado com isso, mas sinceramente tenha mais medo quando sua empresa se sujar por um trabalho realizado de forma insatisfatória por parte de alguem que não está realmente sintonizado com o negócio. Garanta de que todos estejam no mesmo barco. Muitos pensam que chamar aquele amigo de infãncia, ou o cunhado, pode ser cômodo porque, por serem amigos, vão ser mais complacentes com a situação mambembe da empresa. É preferível que você invista em estrutura e ofereça condições para que profissionais realmente competentes - mesmo que não sejam conhecidos - possam trabalhar na sua empresa.
#6 - Longo Prazo: Fácil, tenha uma visão de longo prazo, para onde sua empresa vai. Pode acreditar que sem uma visão, sem um plano de longo prazo sua empresa vai apenas “apagar incêndio”, dia após dia, e mais cedo ou mais tarde serão engolidos. Simples assim. Isso significa que é importante que mantenha com frequência um debate sobre o futuro, as perspectivas, e dediquem um tempo para isso (estudar, pesquisar). Analisar o mercado e o negócio é um processo constante, e a empresa deve ter um rumo, um norte.
Para completar, o ensino em nosso país não desenvolve muito bem - ou quase nada - a postura empreendedora dos indivíduos, menos ainda prepara realmente para um negócio real. A realidade é um pouco diferente das poucas cartilhas, gráficos e teorias que se vê por aí, exige mais, exige algo que só a experiência pode dar. Por isso recomendo que, se você for estudante e quer montar um negócio no futuro, tente participar de alguma Empresa Júnior. Várias universidades pelo país possuem essas entidades e vale a pena, eu diria até que é o único lugar dentro do ambiente acadêmico onde se pode realmente ter uma experiência dessas.
A série continua… no próximo post vou colocar algumas boas referências para quem quiser saber mais sobre isso e falar um pouco sobre os novos modelos de negócios da web 2.0.
Algum comentário?
Um dos meus primeiros posts aqui foi sobre os lançamentos do mundo dos games para 2008. Essa lista agora está aqui:
Reasons why it’s worth to be a PCgamer
Ótimo blog com games de 2006 até os lançamentos de 2009. O problema agora é montar um computador que rode tudo isso :P
Um post rápido pra começar a semana:
1. Fotos pra você babar - Googleplex pelo mundo afora:
2. Equações do 2º grau em Python, mais uma dica do Élcio:
3. Omelete fez um ótimo review do Spore - o jogo mais esperado dos últimos tempos (pra quem gosta de jogos de estratégia claro). Lançamento agora em Setembro e já tem até pré-venda.
Para não deixar o blog parado nesse fim de semana, segue ae
“12 razões para não usar o Windows:
Tirando alguns itens até engraçados, concordo com vários pontos. Encontrei no LCG Dicas para Montagem de Computadores (excelente), via Cachina’s Programming Blog.