Esse post do Smashing Magazine foi mesmo matador: 12 Principles For Keeping Your Code Clean. Dicas simples e super importantes para um código melhor.

Obrigatório principalmente pra quem tá começando no desenvolvimento web.

Posted in web at November 13th, 2008. No Comments.

Vai aqui uma dica excelente: CURSO DE PYTHON oferecido pelo InFog. Grande iniciativa! Tá aqui mais uma boa oportunidade pra aprender A linguagem de programação :P

Posted in web at November 4th, 2008. 1 Comment.

Meu amigo Roberto lançou um serviço muito interessante no Google App Engine. Trata-se do e-Will, um aplicativo post mortem :D

Ele explica melhor em seu blog do que se trata:

A idéia é bem simples: se eu morrer quero deixar as minhas senhas com pessoas que eu confio. Então o e-Will criptografa uma mensagem usando DES (ou 3DES) (no lado cliente, via Javascript) e guarda no servidor de forma criptografada, junto de uma “dica”.

Ele vai me mandar e-mails avisando que eu devo executar o procedimento para “segurar” a mensagem sempre 15 dias antes da mensagem “expirar”. Se eu “seguro”, adio as próximas consultas por alguns meses.

Se um belo dia eu sumir do mapa e não confirmar mais, ele entrega para o meu destino depois de um tempinho, mas o meu destinatário tem que deduzir a senha só lendo a dica, senão já era, não tem como ler mesmo olhando direto os dados no servidor“.

e-Will no ar!

Posted in web at September 7th, 2008. 1 Comment.

Quero compartilhar com vocês uma grande experiência que tive quando decidi abrir a minha própria empresa e algumas reflexões sobre isso. Vou dividir o assunto em uma série de posts que tem início hoje. Nessa primeira parte vou comentar de forma geral o que é essa coisa de “monte seu próprio negócio”.

Desde sempre as pessoas, em geral, perseguem o sonho do dinheiro fácil. Quem tem blog, por exemplo, vive falando em “monetizar“, apostando que o Google Adsense vai, do nada, sustentar todo mundo que monta um blog pelo resto da vida. Há quem invista na moda do momento, a Bolsa de Valores, acreditando que vai comprar uma mansão no Morumbi em menos de um ano, mesmo que não entenda nada de mercado financeiro. Conheci pessoas que, anos atrás, caíram em uma empresa que promovia o tal “marketing em rede” e depois levantaram só pra cairem novamente em outra empresa do mesmo naipe (sem links por motivos óbvios).

Modismos a parte, até hoje nada bate o “monte seu próprio negócio“. É o top hit. Acredito que todo mundo, mesmo que por um momento, já pensou ou ainda pensa nisso. Diferente do adsense, marketing em rede e da bolsa de valores, montar seu próprio negócio pode realmente funcionar independente de quantos livros já foram escritos sobre isso. Porém, um aspecto é comum a todos e está diretamente relacionado com o sucesso ou fracasso: o Conhecimento.

Conhecer o adsense, perceber que está relacionado ao conteúdo, ter um bom conteúdo e saber que matematicamente o Google não vai te sustentar pelo resto da sua vida. Conhecer o mercado financeiro, as regras, as estatísticas e fórmulas, as tendências, as empresas, e saber que é preciso ter dinheiro para investir e os riscos envolvidos. Conhecer o marketing em rede, entender que estatísticamente você está ferrado se houver mais de uma pessoa acima de você nessa rede.

Da mesma forma, “montar seu próprio negócio” envolve antes de tudo conhecer o mercado, conhecer muito bem seu próprio produto ou serviço, conhecer a relevância disso para o mercado, conhecer o cliente, conhecer as leis e impostos, conhecer o fluxo financeiro, custos e preço de venda, entender de contratos, saber lidar com clientes, fornecedores, sócios e funcionários (tratar bem um estagiário por exemplo), acompanhar as tendências, etc etc etc. Em outras palavras: não é fácil e não é pra todo mundo. Quem busca fugir de um patrão, por exemplo, ao montar o negócio consegue de brinde dezenas deles, cada cliente, empregado e fornecedor é um patrão que vai cobrar e cobrar muito.

Um exemplo clássico - e triste - disso é o caso de vários bancários que saíram de seus respectivos bancos com uma boa grana e seguiram cegamente o sonho do negócio próprio. Não creio que exista estatísticas especificamente desse caso, mas acredito que pelo menos 75% deles se f… quer dizer, não obtiveram êxito. Desse universo, surgiram várias idéias boas sendo totalmente mal implementadas, e idéias ruins que nem todas as cartilhas do Sebrae foram suficientes para salvá-las.

E por falar em estatísticas, segundo esta matéria do Sebrae, 78% das empresas abertas no período de 2003 a 2005 continuam no mercado, bem diferente da mesma pesquisa feita com empresas abertas de 2000 a 2002 onde sobreviveram apenas 50%. De acordo com a mesma matéria, o Sebrae atribui essa significativa evolução ao Nível de Conhecimento dos empreendedores, não só buscam mais informações sobre o mundo dos negócios com também estão aumentando o nível de escolaridade. Viu só?

Claro que além do conhecimento, não podemos deixar de lado a visão de negócio - ver oportunidades em tudo - a coragem, persistência, disposição pra enfrentar desafios, lidar com problemas, criatividade, uma boa equipe e uma boa idéia. Tudo isso forma uma “postura empreendedora“. Existe aquele perfil do empreendedor nato, ou aquele que já vem de um contexto onde a educação familiar - vide Pai Rico Pai Pobre - é favorável. Mas a postura empreendedora pode ser desenvolvida sim, inclusive por necessidade, como bem lembrado pelo nosso amigo lavador de roupa suja.

Nem de longe quero jogar água fria na idéia de montar um negócio, pelo contrário, fazer tudo isso com os pés no chão, e não motivado por modismos.

É isso, no próximo post a continuação…

Posted in web at August 22nd, 2008. 1 Comment.

Excelente artigo da Business Pundit que conta um pouco da história de 25 pessoas que conseguiram erguer impérios começando praticamente do zero. Entre eles, claro, Henry Ford, Steve Jobs, Bill Gates, Sergey Brin e Larry Page (Google). Vale a leitura.

Via Kabytes.

Posted in web at July 27th, 2008. No Comments.

O dilema é o mesmo: até que ponto mecanismos de monitoramento e controle ultrapassam os princípios básicos de liberdade, os direitos e a privacidade? Até que ponto interesses de empresas, representadas por políticos - que deveriam representar o povo - e usando a bandeira da “segurança”,  oprimem  e limitam o uso dos recursos tecnológicos, ignorando o benefício coletivo? Até que ponto o “medo” imposto a sociedade faz com que todos abram mão dos seus direitos? Até quando congresso, senado, governos e justiça, completamente ignorantes e perdidos no meio digital, continuarão atrapalhando qualquer avanço tecnológico e chamando o cidadão comum de “criminoso” e “pessoa de má fé”?

Eu mesmo disse um dia “pelo menos não estamos em Cuba ou Venezuela”, mas aqui a coisa não vai muito bem quando representantes despreparados, sem qualquer noção de tecnologia, sem nenhuma visão social ou do desenvolvimento de uma nação, e ainda de rabo-preso com corporações, decide assuntos dessa importância, como a questão dos crimes digitais.

Alguns textos sobre o assunto:

Manifesto em defesa da liberdade e do progresso do conhecimento na Internet brasileira

Ponderando crimes digitais

Petição OnLine contra o projeto do Azeredo

Update (10/7): Petição online com mais de 11 mil assinaturas, mas a PALHAÇADA segue firme.

Update (15/7): Petição online agora com mais de 52 mil assinaturas, e via Terramel uma SUPER PALHAÇADA do Senado: banner por 48 mil reais/mês.

Posted in web at July 8th, 2008. 1 Comment.

…e também a pen drives, card drives, camisetas geeks, livros e mais! O BR-Linux e o Efetividade lançaram uma campanha para ajudar a Wikimedia Foundation e outros mantenedores de projetos que usamos no dia-a-dia on-line. Se você puder doar diretamente, ou contribuir de outra forma, são sempre melhores opções. Mas se não puder, veja as regras da promoção e participe - quanto mais divulgação, maior será a doação do BR-Linux e do Efetividade, e você ainda concorre a diversos brindes!

É isso ae pessoal, participem! :D

Posted in web at June 24th, 2008. No Comments.

Continuando a “Semana Nostalgia”…

Trabalho com desenvolvimento de software ha alguns anos, e durante esse tempo passei por algumas experiências interessantes e desastrosas. Compartilhando uma delas aqui com vocês, em 1994/95 um empresário local me contratou para criar um software aplicado a um serviço até interessante: um sistema de pesquisa de preços. Basicamente o consumidor ligaria para uma central de atendimento e consultaria o preço, por exemplo, do arroz… daí o operador no sistema mostraria onde tem o menor preço entre os supermercados da cidade, ou entre os mercadinhos do mesmo bairro, etc. É tudo no “ia” mesmo, porque não foi. O sistema foi criado mas o serviço nem chegou a funcionar (não me perguntem se eu recebi ou não o pagamento). O motivo principal de não ter dado certo, segundo soube, foi a pressão dos comerciantes locais justificando que isso prejudicaria seus negócios. Além disso o serviço era pouco prático (na época pré-internet) e para uma cidade pequena, onde em menos de 15min qualquer pessoa de qualquer bairro chega ao centro da cidade nem compensava ligar.

Ontem - enquanto estava somando preços dentro do supermercado com meu celular - me lembrei dessa história e hoje leio a notícia de que a Internet móvel ultrapassará web convencional, vejo que o iPhone lê código de barras e vários projetos pro Android seguem a mesma linha. Fico imaginando quando o consumidor comum poderá ter no celular seu próprio “sistema de pesquisa de preços”, a lista da feira com preços atualizados, já indicando onde tem os menores preços e até como chegar lá, ou ainda comparar preços, pesos e validade de produtos, ou ainda mostrar preços e promoções num determinado raio de alcance de onde estiver.

Assim como o p2p e os novos meios de distribuição de músicas, filmes etc., a tecnologia nessa direção tende a dar muito mais poder ao consumidor e mesmo os “comerciantes locais” terão que aprender a lidar com isso.

Posted in web at May 15th, 2008. 3 Comments.

217x188_sos_banner009.jpgThe Story of Stuff é um documentário belíssimo (alias, muito triste e pesado) sobre a questão ambiental, atacando principalmente o consumo, o ciclo de produção, extração e como essas práticas estão destruindo nosso planeta.

Percebemos que de uns anos pra cá o tema “defesa do meio ambiente” é bastante discutido, em grande parte devido a persistência do GreenPeace e outras ONGs de defesa ambiental nas últimas décadas. Mas nessa nossa sociedade onde se pode tirar vantagem em tudo, esse “meio ambiente” passou a ser também um produto, comercializado aos quatro cantos, servido em discursos vazios e erguido como bandeira política. Seja como for, falamos mais do que fazemos, aliás, não fazemos quase nada ainda em relação a tudo isso que o The Story of Stuff mostra, sem meias palavras e sem a “pose” do Al Gore. Amigos, a situação é grave, muito grave.

Estou postando isso hoje porque encontrei, via LadyBug, a versão legendada desse video! Agora ninguém vai reclamar.

Assistam!

Posted in web at May 7th, 2008. 1 Comment.

Imaginem um laboratório de informática com 15 computadores, usado os 3 turnos por várias pessoas, Deve ser um tormento ter que “reinstalar” o SO em todas elas, instalar aplicativos, praticamente uma vez por mês, né?

Não é novidade o fato de que é possível criar uma “imagem” do disco/partição, ou seja, uma cópia exata de toda a partição em uso (com SO, aplicativos e tudo mais) de forma que ela possa ser restaurada a qualquer momento sem a necessidade de realmente instalar tudo e ter que passar por todo o processo de pegar CDs, chaves, baixar updates da internet, etc. A questão aqui é qual programa utilizar pra fazer isso. Após testar uns 5 programas, incluindo o famoso Partition Magic, além das soluções do linux, encontrei o programa que salvou o dia: DriveImage XML. O DriveImage XML é pequeno, rápido e free.

Pra não perder tempo fazendo um tutorial, capturar tela, etc, já tá de bom tamanho esse daqui do LifeHacker, em inglês.

Só uma dica: o DriveImage XML apenas cria e restaura uma imagem, não cria disco de boot. Se você quiser criar um CD/DVD de boot com a imagem criada pelo DriveImage XML vai precisar de outro programa, o BartPE. O BartPE cria um disco de boot do Windows, e nesse disco você pode incluir o programa DriveImageXML e a imagem criada. A inclusão do DriveImage XML no disco de boot criado pelo BartPE é feita através de um plugin disponível na página do BartPE. O roteiro que usei resumidamente foi esse:

  1. baixei e instalei o DriveImage XML e o BartPE, óbvio, e baixei também na página do BartPE o plugin do DriveImage XML
  2. rodei o DriveImage XML e fiz o backup conforme o tutorial (fácil demais). O detalhe é que você deve dividir a imagem em vários arquivos, e não em um só, como se você fosse copiar para vários CDs, mesmo que você queira usar um DVD pra isso (para o caso do próprio BartPE queimar o disco)
  3. rodei o BartPE, adicionei o plugin do DriveImage, e disse o diretório onde estava a imagem gravada e os arquivos do CD original do Windows (é, ele precisa dos arquivos do Windows para montar o CD/DVD de boot). Depois mandei ele gravar o disco.

O processo todo durou 30min, 13min para o DriveImage criar a imagem, e 17min para o BartPE queimar o DVD.

Vale a pena, solução super simples. Quem tiver dúvida, dica ou uma solução de imagem melhor, fique à vontade nos comentários! :)

Posted in web at April 17th, 2008. 4 Comments.