Esse eu tinha que postar  :)

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Posted in web at April 10th, 2008. 1 Comment.
Posted in web at April 8th, 2008. No Comments.

Há tempos desenvolvo em PHP, mas só agora resolvi adotar seriamente um framework. Projetos maiores e mais pessoas envolvidas requerem uma certa estrutura e organização que minhas próprias ferramentinhas não proporcionam mais, além do fato de que os frameworks disponíveis já atingiram um excelente nível de maturidade.

A questão passou a ser agora “qual framework adotar?”. Assim como as discussões sobre linguagens de programação beiram os debates religiosos, falar sobre frameworks é falar sobre o ponto “aquele que eu consigo produzir mais e melhor” e o lado pessoal pesa tanto quanto as features do framework. Fiquei entre o CakePHP e o Codeigniter, aparentemente os que mais se aproximam do RubyonRails, seja pelo modelo MVC, produtividade etc. Apesar da recomendação do Jefferson, dispensei o Kohana - um fork “PHP 5 puro” pro Codeigniter - porque tenho que pensar em vários hosts e projetos rodando PHP 4.x.

Nos dois casos, a documentação é muito boa, os recursos são praticamente equivalentes e a comunidade bastante ativa, sendo que o CakePHP ganha em documentação e comunidade, até por já estar mais tempo e mais sólido no mercado. Além das páginas oficiais (com os tradiconais screencasts) andei visitando  alguns blogs sobre o assunto, como o do Elton Minetto, Tulio Faria e Newton Wagner. Conheci também o blog do Elliot Haughin e o Web2ponto0, ambos com ótimos screencasts sobre o Codeigniter. Vi também esse, esse e mais esse comparando os dois frameworks.

Não pretendo aqui indicar nenhum deles, apenas compartilhar meu processo de busca e escolha, já que pelo que pude perceber ambos trazem um ótimo resultado. Apesar da documentação do CakPHP ser mais extensa, a do Codeigniter é até mais didática. CakePHP tem uma melhor organização do core e da aplicação, mas o Codeigniter me pareceu ser mais enxuto e rápido. Gostei do que vi, e vou optar agora pela aparente flexibilidade do Codeigniter - pelo menos por enquanto. Ainda vou fazer testes, desenvolver alguma coisa junto com a JQuery e ver como tudo se comporta.

E então? algum comentário? :)

Posted in web at March 23rd, 2008. 3 Comments.
Posted in web at March 23rd, 2008. No Comments.

Vejam só essa: My Starbucks Idea. Um site genuinamente “web 2.0″ da gigantesca rede Starbucks onde os usuários postam idéias para a própria Starbucks lógico, essas idéias são votadas (digg?), devidamente discutidas (blogs? comments?) e as melhores/mais votadas são efetivamente implementadas pela empresa. Tem de tudo, idéias de sabores, promoções, e até um “baixem seus preços” com mais de 3 mil votos :)

Sem dúvida essa atitude “envolve” os clientes, reforça a marca e ganha muitos pontos no quesito “empresa legal”. Enquanto isso, aqui no Brasil, qual grande empresa já se ligou nisso?

Posted in web at March 21st, 2008. 2 Comments.

Vi no Br-Linux a notícia sobre o OpenOffice 3.0. É muito bom ver essa suite em desenvolvimento, fico feliz. Mas não vou comentar as mudanças no OO, e sim o próprio direcionamento do OO.

Imagino que seguir os produtos da Microsoft é - por mais que se fale em “experiência do usuário” ou “concorrência e mercado” ou “provar que o SL (soft livre) pode fazer algo igual ou melhor” - uma má idéia. Vejamos:

  • nada prova que a interface dos produtos da Microsoft seja, de fato, o melhor que temos hoje (já viram o MacOS?).
  • o SL justamente por ser livre e, de certa forma, sem “compromisso” com acionistas, corrida pelo lucro etc., poderia se colocar numa zona de conforto maior e usar isso como foco pra desenvolver inovações em matéria de usabilidade, design, recursos, enfim, algo realmente novo. Em outras palavras, o SL não tem que necessariamente fazer um clone grátis dos produtos da MS pra conquistar mercado.
  • o OO ficou completamente “obsoleto” quando a Microsoft lançou a versão 2007. A MS por estar a frente inovou e o OO comeu poeira. Essa versão 3.0 do OO tem novos recursos, mas visualmente continua a mesma. A MS fez algo novo.

Em um trecho do excelente livro Getting Real, sobre desenvolvimento de software, empresa enxuta e inovação, o autor fala:

“(…) também é importante não ficar muito obcecado com a concorrência. Analise demais outros produtos e você vai começar a limitar sua maneira de pensar. Dê uma olhada e vá em frente para sua própria visão e suas próprias idéias.”

Mesma coisa vale pro KDE. Pessoalmente adoro o outro, o GNOME, justamente por não simplesmente copiar o modelo da MS e pensar em outra forma de organizar as coisas.

Não quero menosprezar o trabalho da equipe do OO (que é por sinal um trabalho louvável, ainda mais quando se tem que tratar os padrões fechados da MS) mas a realidade tá mostrando que vale mais inovar do que simplesmente copiar algo estabelecido.

Posted in web at March 20th, 2008. No Comments.