No começo tudo era maravilhoso… Internet - a última fronteira da liberdade, espaço colaborativo, união global, informação sem limites, projetos envolvendo gente do mundo todo, etc, etc, etc.

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Mas parece que o mundo real, o mundo das pessoas comuns (ora conservadoras, ora desnorteadas), governos manipuladores, legisladores ignorantes e as grandes (e antigas) corporações não suportam a Internet. Está se tornando frequente as notícias sobre processos, ameaças, sites e blogs fora do ar (Youtube, Orkut e agora até o Wordpress), jogos proibidos, o TSE e a polêmica da propaganda eleitoral, censura… não gosto nada do rumo das coisas, e nosso Brasil mais e mais com cara de China.

Será que não entenderam ainda (ou não querem entender) o que é a Internet?

Posted in web at April 10th, 2008. 2 Comments.

1) Nas minhas aulas, nos cursos básicos de informática, quando falo em software, tipos de software etc., sempre percebo a “surpresa” dos alunos ao descobrirem que o [windows/office/corel] que tem nos seus computadores são programas piratas, ou seja, eles deveriam ter pago por eles, mas não pagaram. A maioria tem a idéia - natural e intuitiva - de que os programas “já vem” no computador. Se pagaram pelo computador, é certo que este tenha programas.

2) As grandes redes de varejo estão agora vendendo desktops e até notebooks com o Linux, claramente uma tentativa de conseguir preços menores. Mas o cliente, ao sair de uma loja dessas pode - por 30 reais ou menos - “apagar a porcaria” que vem no computador e colocar o Windows, orientação dada geralmente pelo próprio vendedor.

Nos dois casos percebo o desconhecimento. Especificamente com os meus alunos, alguns perguntam onde e como comprar o Windows original - e até o fazem - mas a maioria mesmo busca uma alternativa livre, uma postura que contraria o senso comum do “todo mundo usa sem pagar, por que não posso?” (jeitinho brasileiro sempre presente, é claro!).

O que importa saber, mesmo pra quem é novato na informática, é sobre a qualidade, usabilidade e interoperabilidade do software.

A questão aqui é: nem sempre há intencionalidade, ou má fé, em usar software pirata, e definitivamente o consumidor não é um criminoso. O que existe geralmente é uma prática que é replicada, se tornando comum, sem a informação completa.

No caso das lojas, sinceramente, se elas passassem a adotar o Kurumin ou Ubuntu - sistemas excelentes - e não o seja-lá-o-que-for (pra não dizer coisa pior) que elas instalam nos computadores, os usuários poderiam ter a chance real de usar um sistema mais amigável - e poderiam economizar 30 reais. :)

Alguma contribuição? comentário? crítica? bora pessoal!!!

Posted in web at March 28th, 2008. 1 Comment.

Quando comecei a usar e criar páginas para web havia uma grande confusão tecnológica e muita ignorância, tudo novidade, navegadores interpretando coisas diferentes, plugins, códigos, e até a resolução do vídeo. Com o amadurecimento dos padrões, navegadores e dos profissionais da área, a situação foi melhorando, e a nova geração web 2.0 mostrou onde realmente está o foco: conteúdo, colaboração e claro, o usuário.

Mas parece que os portais brasileiros ainda não entenderam muito bem isso. Tentei pela primeira vez hoje ver um vídeo que me chamou a atenção no portal Terra, quando me deparo com isso:

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Mas Como? Eu vejo normalmente aqui vídeos do Youtube e até os da TV do Bispo em alta qualidade, por que não posso ver esses? Claro, me falta o plugin que eles querem. As carinhas bonitinhas e o aspecto “web 2.0″ não significam nada, o que importa é se o usuário teve acesso ao conteúdo que ele quer ou sua eventual frustração caso não consiga. Eles ainda oferecem um suporte:

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Vejam que é um suporte desnecessário se eles simplesmente tentassem usar uma tecnologia acessível a todos.

Nesse aspecto claramente os “pequenos” se movem muito mais rápido em criar e implementar tecnologias e engolem fácil esses portais.

Posted in web at March 25th, 2008. No Comments.

Vejam só essa: My Starbucks Idea. Um site genuinamente “web 2.0″ da gigantesca rede Starbucks onde os usuários postam idéias para a própria Starbucks lógico, essas idéias são votadas (digg?), devidamente discutidas (blogs? comments?) e as melhores/mais votadas são efetivamente implementadas pela empresa. Tem de tudo, idéias de sabores, promoções, e até um “baixem seus preços” com mais de 3 mil votos :)

Sem dúvida essa atitude “envolve” os clientes, reforça a marca e ganha muitos pontos no quesito “empresa legal”. Enquanto isso, aqui no Brasil, qual grande empresa já se ligou nisso?

Posted in web at March 21st, 2008. 2 Comments.