Esse post do Smashing Magazine foi mesmo matador: 12 Principles For Keeping Your Code Clean. Dicas simples e super importantes para um código melhor.
Obrigatório principalmente pra quem tá começando no desenvolvimento web.
Esse post do Smashing Magazine foi mesmo matador: 12 Principles For Keeping Your Code Clean. Dicas simples e super importantes para um código melhor.
Obrigatório principalmente pra quem tá começando no desenvolvimento web.
Continuando a série sobre os Indie Games (veja a parte 1 e a parte 2), vou falar hoje sobre o flOw, mais um ótimo exemplo do poder dos jogos independentes.
Para quem gosta de jogos e acompanha o que surge na rede, não tenho dúvidas de que já tenha ouvido falar de flOw (mais na Wikipédia):


Comentei anteriormente que um jogo indie, por não dispor de muitos recursos, tem que se valer da criatividade, e isso pode ser melhor traduzido como ter elementos inovadores para os padrões, quebrar paradigmas (seja na história, roteiro, engine gráfica, música, arte), apresentar idéias simples a partir de outros pontos de vista e, acima de tudo, explorar as sensações, os sentimentos e a inteligência do jogador.
Boa parte desses aspectos podemos encontrar em flOw, um jogo simples, criativo, tranquilo (relaxante até) com jogabilidade intuitiva e um aspecto inovador: não possui níveis pré-definidos de dificuldade (fácil, médio ou impossível), mas sim consegue se adaptar as respostas do jogador, apresentando uma dificuldade compatível. Foi o resultado do DDA (dynamic difficulty adjustment), parte de uma pesquisa acadêmica do chinês Jenova Chan, criador do flOw. Explicar o jogo é fácil: nele o jogador assume o papel de um worm aquático que, seguindo a movimentação do mouse, se alimenta de microorganismos para se desenvolver, eventualmente brigando com outros seres. Simples né?
Jenova Chan, game designer, decidiu seguir a linha dos jogos mais tranquilos (ou não-violentos) e seu primeiro jogo - Cloud - no qual uma criança voa e brinca com as nuvens, foi um grande sucesso.


flOw, seu segundo projeto - inicialmente desenvolvido em Flash e disponibilizado de graça - rapidamente se espalhou pela web, e todo o cuidado, qualidade, simplicidade e inovação rendeu críticas positivas, elogios, prêmios e ainda chamou a atenção da Sony, com a qual firmou contrato para o desenvolvimento de uma versão para PS3, seguindo portanto o caminho dos consoles, a exemplo do Alien Hominid.


Atualmente Jenova Chan possui sua própria “Game House” - a ThatGameCompany - e está produzindo seu terceiro game, também para o PS3, o Flowers.

Vale a leitura das entrevista do Chan AQUI e AQUI.
No próximo post da série vou falar sobre os modelos de negócios para jogos independentes.
Até! :)
São antigos, mas vale o registro:
50 coisas que todo mundo deveria saber fazer:
Computação Soberana:
7 “dicas” do Bruce Lee para sua vidinha:
Maddog.. ops! Mark Shuttleworth do ano 2040 viaja no tempo para dar uma palestra:
Trilha de Livros para Desenvolvedores:
Mozilla Ubiquity:
Falta de visão das faculdades é o que afeta o brasileiro:
Fapesp lança sistema de colaboração em pesquisa via internet:
:D
Meu amigo Roberto lançou um serviço muito interessante no Google App Engine. Trata-se do e-Will, um aplicativo post mortem :D
Ele explica melhor em seu blog do que se trata:
“A idéia é bem simples: se eu morrer quero deixar as minhas senhas com pessoas que eu confio. Então o e-Will criptografa uma mensagem usando DES (ou 3DES) (no lado cliente, via Javascript) e guarda no servidor de forma criptografada, junto de uma “dica”.
Ele vai me mandar e-mails avisando que eu devo executar o procedimento para “segurar” a mensagem sempre 15 dias antes da mensagem “expirar”. Se eu “seguro”, adio as próximas consultas por alguns meses.
Se um belo dia eu sumir do mapa e não confirmar mais, ele entrega para o meu destino depois de um tempinho, mas o meu destinatário tem que deduzir a senha só lendo a dica, senão já era, não tem como ler mesmo olhando direto os dados no servidor“.
Vez por outra ainda percebo, entre os desenvolvedores web, a preocupação com o Internet Explorer (IE). Inúmeros sites apontam dicas e hacks pra fazer algo funcionar no IE, especificamente a versão 6. Será que a gambiarra compensa?
Aqui no blog, para servir de exemplo, 25% dos visitantes usam o IE 7 e 18% usam o IE 6. Se o argumento de que “a maioria das pessoas usam o IE” pode até ser válido estatísticamente em alguns casos (Orkut talvez?), com certeza não deve ser válido, para um desenvolvedor, em relação ao IE versão 6.
Primeiro porque o IE 6 é antigo, já era, já saiu de linha, foi descontinuado. No lugar dele tem o IE 7 e em breve teremos o IE 8 (uma versão “beta” em inglês já saiu). Simples assim. Agora se isso não é um forte motivo, vamos considerar todas as falhas de segurança e os problemas no tratamendo dos Padrões Web, fatos mais que comprovados por todo mundo que trabalha na área.
Acredito ainda mais na idéia de que nós, desenvolvedores, temos a obrigação de oferecer as melhores soluções, um compromisso com a qualidade, e podem acreditar que não está incluído aqui o uso do código gambiarrento apenas para fazer com que um site ou aplicação se adapte a uma base já falha.
Da mesma forma que um software pode ter um rótulo “somente para Windows Vista”, ou uma empresa pode descontinuar um produto e recomendar que o usuário faça as atualizações, nós desenvolvedores podemos adotar a mesma postura diante das nossas aplicações. Se para rodar um determinado aplicativo no desktop eu preciso ter o Windows XP com SP2 e mais trocentas bibliotecas, por que um aplicativo web não pode ter suas exigências?
Sou um usuário do Basecamp, um sistema de gerenciamento de projetos online, e curiosamente esses dias vi um aviso para os usuários do serviço que ainda usam o IE 6: prazo final até o dia 1º de Outubro para que façam o upgrade do browser. Não há aqui nenhuma bandeira levantada pelo Firefox, apenas a preocupação de uma empresa com a qualidade dos seus serviços, qualidade essa prejudicada por browsers antigos. Esse tipo de maturidade, que vai muito além das modas e manias, é importante para que a web evolua mais rápido.
Update (8/9): o ótimo blog Pinceladas da Web também tocou no assunto, e através dele conheci o SaveTheDevelopers e um bom artigo do The Usability Post.
Recebi hoje duas ligações, de um banco e uma editora, que me ofereceram produtos e serviços quaisquer. Além do incômodo de ser pior que um spam, e extremamente irritante ouvir os robôs do telemarketing e o maldito “vamos estar te oferecendo..”, uma coisa que me deixa muito desconfiado é como diabos eles sabem meu nome, telefone e cpf? Sim, empresas com as quais eu nunca tive nenhum tipo de negócio possuem dados sobre mim, dados pessoais que, até onde eu sei, são sigilosos ou no máximo diponíveis apenas para aquelas empresas que eu autorizei e cedi tais informações.
Parece bobagem, mas é um assunto muito sério, e não vejo nenhum político, promotor, ou quem quer que seja preocupado com isso. Inclusive um certo banco que supostamente financia um certo senador vive me ligando. Mas deixando as conspirações de lado, há algum tempo venho tentando rastrear esses dados. Uma das medidas simples que adotei foi a de inserir um caractere ou uma palavra diferente (que não impeça - no caso de uma compra - do produto chegar) em cada cadastro que faço na Internet. Se você receber uma carta, ou uma ligação de alguma empresa com a qual você nunca teve contato, e tiver esse caractere ou palavra, bingo, você saberá de onde saiu.
É sempre bom também verificar os termos do site/empresa e o que eles dizem sobre privacidade das informações. Não sou especialista nisso mas creio que seja possível acionar uma empresa judicialmente caso seja comprovado que a empresa vazou informação que ela se comprometeu a guardar com toda segurança.
Já contei aqui o caso que aconteceu com minha mãe, aposentada, que no momento em que abriu uma conta no Bradesco para receber sua aposentadoria “repentinamente”, “do nada”, ela passou a receber quase que diariamente ligações de vários outros bancos, empresas, financeiras, oferecendo seus serviços. Estranho não?
Bom, fica aqui o alerta e o desabafo. Grande Abraço.
É isso ae, a Lavanderia do Hertz está disponibilizando um curso completo de Adobe Flash - nível iniciante - no formato PDF, totalmente free.
Excelente iniciativa do Eugenio.
Já comentei aqui sobre editores de código. Até alguns dias atrás estava usando o InType, excelente editor, super leve e funcional, o melhor candidato para “clone” do Textmate no ambiente Windows. Inclusive o apresentei para meus alunos, e todos gostaram muito. Coloco aqui 3 vantagens do InType: rápido e enxuto, ajuda pra caramba a digitação de código e muito flexível, dando suporte para dezenas de linguagens. Ainda está na versão alfa, e continuo acompanhando de perto o desenvolvimento.
Agora convenhamos, para grandes projetos nao basta apenas uma ferramenta de ajuda na digitação, é preciso mais, muito mais. Recentemente, estudando Java, conheci o NetBeans, e em pouco tempo já me perguntei “será que tem um desses pra PHP?”… e tem!
NetBeans 6.5 Milestone tem full suporte pra PHP (e XHTML/CSS), download de apenas 15 megas e tem um monte de funcionalidades bacanas além de toda a infra para gerenciar projetos, acesso a sistemas de controle de versão, etc. Ainda tem alguns bugs, mas pra mim o que tá atrapalhando um pouco é quanto ele consome de recursos da maquina, muito, muito pesado. Considerando o que ele já me proporcionou em produtividade e organização, esse “peso” dele é tolerável.
Grande surpresa esse NetBeans pra PHP, recomendo!
O dilema é o mesmo: até que ponto mecanismos de monitoramento e controle ultrapassam os princípios básicos de liberdade, os direitos e a privacidade? Até que ponto interesses de empresas, representadas por políticos - que deveriam representar o povo - e usando a bandeira da “segurança”, oprimem e limitam o uso dos recursos tecnológicos, ignorando o benefício coletivo? Até que ponto o “medo” imposto a sociedade faz com que todos abram mão dos seus direitos? Até quando congresso, senado, governos e justiça, completamente ignorantes e perdidos no meio digital, continuarão atrapalhando qualquer avanço tecnológico e chamando o cidadão comum de “criminoso” e “pessoa de má fé”?
Eu mesmo disse um dia “pelo menos não estamos em Cuba ou Venezuela”, mas aqui a coisa não vai muito bem quando representantes despreparados, sem qualquer noção de tecnologia, sem nenhuma visão social ou do desenvolvimento de uma nação, e ainda de rabo-preso com corporações, decide assuntos dessa importância, como a questão dos crimes digitais.
Alguns textos sobre o assunto:
Manifesto em defesa da liberdade e do progresso do conhecimento na Internet brasileira
Petição OnLine contra o projeto do Azeredo
Update (10/7): Petição online com mais de 11 mil assinaturas, mas a PALHAÇADA segue firme.
Update (15/7): Petição online agora com mais de 52 mil assinaturas, e via Terramel uma SUPER PALHAÇADA do Senado: banner por 48 mil reais/mês.
É muito bom ver artistas que, apesar dos seus contratos com grandes gravadoras, entendem bem essa revolução tecnológica pela qual estamos vivendo, o compartilhamento de arquivos e o que tudo isso tem a ver com os negócios.
Parabéns Joss!